Após a reunião promovida pela conselheira Teresa Duere, em 23 de janeiro, para discutir problemas verificados na construção do Canal do Fragoso em Olinda, os membros da comissão interinstitucional, designada na ocasião para acompanhar de forma efetiva a situação, realizaram ontem (06), o primeiro monitoramento das obras.

Na reunião, do final do mês, foram definidas três providências a serem tomadas de imediato: a desapropriação da população residente próximo às Lagoas do Alto Fragoso e de Ouro Preto, a limpeza dos dois trechos do Canal, o natural e o em obras, e a transferência do emissário de esgotos da Compesa existente no local. Em relação a estas ações, sob a responsabilidade da Prefeitura de Olinda em conjunto com a CEHAB e a Compesa, foi informado que a limpeza do Canal teve início em fevereiro com prazo de finalização previsto para abril. Quanto à relocação do emissário da Compesa de dentro do Canal, já está em avaliação o Projeto Executivo da obra e a sua retirada. Sobre as desapropriações do local, dentre várias providências, está sendo feito um estudo que agilizará os trabalhos. O resultado deste estudo será discutido na próxima reunião.

Os representantes do Tribunal de Contas salientaram a necessidade da compatibilidade das obras de macrodrenagem com as de microdrenagem do entorno do canal. Foi identificada a necessidade da Prefeitura de Olinda iniciar solução para a microdrenagem das vias. Com isto, haverá reunião amanhã (08), entre a Prefeitura, Compesa e Cehab, para tratar desse estudo e projeto. 

Foram discutidas outras questões e ao final foi marcada a próxima reunião para o dia 20 de fevereiro. O grupo interinstitucional é formado por representantes da Companhia Estadual de Habitação e Obras, da Compesa, de a Prefeitura de Olinda, da Procuradoria Geral do Estado (PGE), da Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH, além dos técnicos do TCE, Alfredo Montezuma e Pedro Teixeira.

Também participaram da reunião, o secretário de obras do município, Evandro Avelar, Izabel Urquiza, representando o Ministério das Cidades, gestores da Companhia Estadual de Habitação e Obras, representantes da Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH, da Compesa, além de assessores do Gabinete da conselheira Teresa Duere e da Prefeitura.

Gerência de Jornalismo (GEJO), 07/02/2017