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O conselheiro Carlos Neves fez sua estreia nesta quarta-feira (17) no conselho do Tribunal de Contas,  em substituição a João Henrique Carneiro Campos, que morreu em 22/06 em decorrência de um infarto. Apesar de não ter julgado nenhum processo, Carlos Neves participou de vários debates e discussões durante sessão do Pleno.

O novo conselheiro recebeu a saudação de todos presentes na sessão. A primeira a cumprimentá-lo foi a procuradora geral do Ministério Público de Contas, Germana Laureano.

A procuradora do MPCO fez referências às saudades que todos sentiam do conselheiro João Campos, ressaltando que depois da enorme tristeza pela partida dele, o sentimento agora era de alegria e satisfação por receber na Casa um substituto à sua altura, com excelente perfil técnico, conhecedor dos temas jurídicos, e que certamente dará uma enorme contribuição às causas do controle externo no TCE.

O presidente Marcos Loreto disse tratar-se de uma pessoa de denso currículo e competência jurídica comprovada, motivo pelo qual irá dar-se bem no TCE, cujo corpo técnico também é de alto nível.

Dirceu Rodolfo, por sua vez, após fazer referência à memória de João Carneiro Campos, disse que o governador Paulo Câmara foi lúcido ao escolher para substituí-lo um quadro oriundo da advocacia, respeitado na classe e na sociedade, que grande contribuição dará ao Tribunal para que seus julgamentos sejam sempre técnicos e justos.

Os conselheiros Teresa Duere, Valdecir Pascoal e Ranilson Ramos, além dos substitutos Marcos Flávio e Marcos Nóbrega endossaram as palavras de Dirceu Rodolfo e desejaram boa sorte ao novo conselheiro, que assumiu também a presidência da Segunda Câmara em substituição ao conselheiro Carlos Porto, ora em gozo de férias, que por sua vez foi deslocado para a Corregedoria.

AGRADECIMENTO - Ao agradecer os votos de boas vindas dos colegas, Carlos Neves declarou sentir-se “muito confortável” no TCE, pela maneira cavalheiresca como foi recebida pelos colegas, representantes do MPCO, servidores e advogados que atuam na Casa. “Tudo isso me deu tranquilidade para fazer o rito de passagem que mudou a minha vida, de advogado privado para servidor público, que tem como missão ajudar no controle das contas públicas e colaborar para a melhor entrega de serviços públicos à população”, disse o novo conselheiro, que encerrou suas palavras dizendo que “virar a chave da parcialidade do advogado para a imparcialidade de um juiz é um processo de construção”.

A sessão foi acompanhada por vários advogados que atuam no TCE. 

Gerência de Jornalismo (GEJO), 18/07/2019