O TCE informa que, devido à manutenção nos servidores de informática, todos os sistemas corporativos ficarão indisponíveis a partir das 6h do próximo sábado (15/02), com previsão de volta às 12h do mesmo dia.

O presidente do TCE, conselheiro Marcos Loreto, recebeu nesta terça-feira (23) em seu gabinete, a visita da prefeita de Camaragibe, Nadegi Queiroz. A gestora tomou posse no último dia 20 de junho após prisão e posterior afastamento do então prefeito, Demóstenes Meira, por determinação do Tribunal de Justiça. 

A atual prefeita veio ao Tribunal de Contas para reafirmar o compromisso da atual gestão, de agir dentro dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e trabalhar em parceria com a instituição. “O objetivo da nossa gestão é trabalhar em parceria com o Tribunal, sempre dentro da legalidade, respeitando as boas práticas administrativas e jurídicas”, destacou Nadegi Queiroz.

O presidente Marcos Loreto elogiou a iniciativa da prefeita em procurar o TCE e colocou a instituição à disposição do município para auxiliar na gestão atual. O presidente destacou a atuação pedagógica do Tribunal, que por meio da Escola de Contas, oferece cursos, capacitações e orientações aos prefeitos e assessores, com o intuito de aperfeiçoar a gestão pública nos municípios.  

Acompanharam a visita o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco, Aluísio Lessa, e alguns secretários e assessores da prefeitura.

OPERAÇÃO CONJUNTA - A prisão do ex-prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira, no último dia 20 de junho, se deu a partir de auditorias realizadas pelo Tribunal de Contas no município, que serviram de base para o trabalho de investigação da Polícia Civil do Estado. Demóstenes é investigado pelos crimes de fraude em licitação, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O TCE instaurou três auditorias especiais, sob a relatoria da conselheira Teresa Duere, que investigaram nove contratos de obras e serviços envolvendo recursos na ordem de 33 milhões de reais. Naquele momento, foram encontradas irregularidades em três contratos de obras de manutenção de prédios e outros serviços, dentre as quais fraudes em licitação, má execução de contrato, projetos mal elaborados, serviços realizados incompatíveis com os que foram contratados.

Gerência de Jornalismo (GEJO), 24/07/2019